é muito fácil colocar a culpa nos outros... isso nos alivia certo?

Errado! Nos dá a falsa sensação de alívio! E a cada dia em que eu me deparo com uma situação dessas na televisão eu fico mais estarrecido ainda. Se formos avaliar, grande parte dos problemas sociais são causados pelo próprio cidadão, e não pelo governo, pelo prefeito, pelo Presidente... as pessoas ainda culparão César Maia por muitas coisas e ele precisará conviver com isso... ainda culpam Brizola de várias coisa, imagina ele que está fresco?!

Vejamos... a chuva por exemplo. Inunda porquê o cidadão despeja lixo na porta de casa ou em um lixão próximo... o lixo entope as galerias e a água transborda... de quem é a culpa?

O cara não se mantém em um emprego, não é considerado em uma única empresa em que trabalhou, nunca ganha mais do que um mísero salário, porém, ele mal concluiu alguma coisa, não consegue escrever direito, adora passar horas na internet não fazendo nada de útil para a empresa, não consegue ser "muito bom" em nada, digamos que "dá pro gasto" em várias coisinhas... a culpa é do dono da empresa se o cara nunca quis ser ninguém e sempre esperou um PAI em todo mundo? A culpa é do presidente, do governador ou mesmo da crise se as únicas palavras estrangeiras que o cidadão soletra (e as vezes muito mal) são os nomes dos sanduíches do Mc Donnald's?

Os assaltos na rua são culpa de quem? O PM que ganha R$ 700,00 tem que se meter na frente de uma bala por você que ganha o mesmo ou muito mais do que isso e o maior risco que você corre no seu trabalho está no fato do banheiro "estar" ou "não estar" ocupado? Tudo bem, ele ganha para isso... mas como foi que o bandido conseguiu se armar tanto? O filho da madame não é drogado não, ele é "doente", coitado... ele se arriscou subindo morro quando estava em crise, nossa, quanta pena desse cara. E esse carinha, coitado, que tanto se arriscou, aonde estavam os seus pais quando ele começou a pensar no assunto, a sair com aquele amiguinho estranho, a frequentar aquelas festas inacabáveis com som de "bate estaca"?? Ou mesmo, quais foram as escolhas que este cara fez ao longo de sua vida? O caminho "fácil"?

Não sou partidário de ninguém não... para falar a verdade não tenho simpatia por nenhum político. Mas acho que a vida é um condomínio no sentido literal da palavra... ou seja, tudo isso aqui é nosso, e cada um tem que fazer a sua parte MESMO, sem esperar nada de ninguém! Pode fazer a sua pesquisa mais profunda sobre sociedades, culturas, níveis sócio-econômicos e você vai perceber que a grande diferença está na pró-atividade do cidadão... em ele SER alguma coisa para a sociedade e não apenas "cobrar e culpar".



Não espere nada de ninguém... você se surpreenderá!

O grande lance da vida está em não esperar nada dos outros. Pode paracer chantagem, pode parecer intriguinha, picuinha de marido, esposa, namorado, amigo, mas este é o grande lance da vida... uma dica de ouro para a felicidade. Quer que eu prove?

Imagine aquele situação em que você chega em casa mais cedo, prepara um super jantar romântico para o seu marido, com direito a velas e guardanapo de pano... você toda linda em uma roupa super insinuante, do tipo "hoje têm" e ele chega em casa mais tarde e tendo jantado com um cliente. O que acontece então?

Na opção que - infelizmente é mais provavel - você fica chateada, se tranca no quarto, discute... e o infeliz que não teve culpa, afinal estava trabalhando, acaba entrando na sintonia ruim que se instaura.

Já na opção mais interessante, você iria rir com ele de todo aquele cenário, já que não esperava nada dele em troca além do momento gostoso com sexo bom no final. Iriam pegar a garrafa de vinho, as velas, mudar a situação toda para a varanda, se deitar abraçadinho com o som ambiente bem baixinho e o namoro começaria ali mesmo.

Tudo é uma questão de ponto de vista. Fazendo as coisas para os outros, pensando nos outros, mas de uma maneira que você curta também, torna a coisa mais natural, afinal de contas, a vida é assim mesmo. Aquela máxima de que "quem pratica o bem recebe o bem" é muito mal ensinada durante a nossa vida... seria mais coerente dizer que "quem pratica o bem, recebe o bem... mas nem sempre daquela mesma pessoa e dentro de um curto espaço de tempo".

Gostou, pratique!

Como será a agência de publicidade de 2015?


Analista do Advertising Age aponta três possibilidades para o futuro modelo de agências

Por Al DiGuido, CEO da Zeta Interactive, para o Advertising Age 
24 de Fevereiro de 2010 às 12:53
Dizer que o mundo da publicidade está em fluxo é pouco. Podemos chamar esta nova realidade de mudança de paradigma e ela está deixando anunciantes e agências com a cabeça cheia, imaginando o futuro do mercado. Estamos vendo shops digitais assumindo como agências de publicidade de grandes marcas, enquanto agências organizadas sob o legado da mídia, tecnologias analógicas e estruturas organizacionais de confinamento tentando manter seu lugar.

Ao mesmo tempo, as shops digitais percebem suas limitações, no ponto em que o anunciante busca mais do que apenas soluções tecnológicas. Eles ainda querem algo grande, ideias criativas que podem ser aplicadas a uma ampla gama de canais. 

Portanto, como serão as agências daqui a alguns anos? Essas são as minhas apostas: 

Agências enxutas, com novos cargos
Com fees menores para mídia e produção, além de margens de lucro mais apertadas, o modelo de agências será muito mais enxuto, com no máximo 100 pessoas. Na era do imediatismo, ser pequeno será uma vantagem de mercado, possibilitando às equipes agir de maneira mais rápida e serem mais flexíveis, além de trabalhar de maneira mais colaborativa.

Além do tamanho menor, as agências terão mudanças na composição do poder e nas prioridades. Diretores de criação serão suplantados por experts no mundo da nova mídia. De especialistas em estratégias e canais à execução e análise da campanha. Os nomes de cargos de hoje não serão os mesmos. O expert em convergência, ou Diretor de Coreografia - a pessoa que poderá orquestrar a estratégia de experiência do consumidor pelos diversos canais e mídias - crescerá rapidamente. 

Análise no lugar de sala de troféusAs premiadas e laureadas agências investem agora muito tempo e dinheiro em lobbies para ganhar premiações, mas eles serão menos importantes para agências e clientes. Resultados e ROI's serão a única medida de sucesso. Aquele que controlar os dados e entendê-los e analisá-los irá comandar. Os dados dominarão todas as atividades das agências - mensagens em tempo real, resultados em tempo real, etc... 

Chegará o dia em que os planejadores não poderão trabalhar sem entender as métricas do sucesso. Os times de criação não trabalharão sem entender a relação entre execução, engajamento e retorno. Na agência do futuro, a análise de dados comandará a estratégia, e não o contrário. 

Tecnologia não será "terceirizada"A tecnologia não terá mais um papel tangencial. Tecnologias terceirizadas, de serviços de e-mail e plataformas de marketing de buscas, até redes sociais e soluções mobile, não serão o suficiente. Independente de a agência ser uma shop de criação, mídia, marketing direto ou interatividade, a relação de ser dono ao invés de "alugar" as tecnologias assegurará receitas e estabilizará os lucros. A alternativa, uma parceria com fornecedores, diluirá as margens de lucro. 

Sem contar que será absolutamente necessário sob o ponto de vista da experiência do consumidor. Atecnologia proprietária seja um grande diferencial e as agências que tiverem os melhores desenvolvedores serão as novas líderes.

Fonte MMOnline

Case de sucesso Imobiliária RFFrade

. Cenário: Em 2008 existiam 02 corretoras dentro do condomínio do Frade em Angra dos Reis. A maior delas de propriedade da própria família Borges, dona do Hotel do Frade, com quase a totalidade de visibilidade.

. Desafio: Prospectar negócios com proprietários do próprio condomínio, seus visitantes, hóspedes do hotel e freqüentadores de Angra dos Reis com alto poder aquisitivo.

. Estratégia Young Media: Ajustes operacionais internos com a criação de um Manual de Normas e Procedimentos, desenvolvimento de um sistema de Gestão Imobiliária exclusivo, Padronização da Identidade Visual da empresa, novo Site, Google Marketing (SEO, SEM), expansão de pontos de vendas externos, material de divulgação.

Resultado: Otimização do fluxo de trabalho interno; Volume superior a 65.000 visitantes novos interessados nos produtos comercializados pela empresa; Mais de 20.000.000 de inserções da marca no Google AdWords; Re-posicionamento da empresa no Google Orgânico da 160º colocação para a primeira página; Identificação da marca RFFrade pelo mercado.

Aeroportos mais sinistros do mundo!

Quem acha que o Aeroporto de Congonhas é perigoso não conhece estes aqui.









Bichinhos de Pelúcia excêntricos

Uma agência de viagens da República Tcheca está oferecendo um pacote excêntrico. A agência oferece passeios para bichos de pelúcia. Por 90 euros, a empresa promete tirar fotos dos brinquedos na frente dos principais pontos turísticos de Praga e, em seguida, enviá-las para o proprietário em um CD. (Foto: Michal Cizek/AFP)





Os 30 maiores anunciantes de 2009 em compra de mídia absoluta

1º Casas Bahia - 3.059.239.000
2º Unilever - 1.941.632.000
3º Ambev - 914.580.000
4º Caixa Econômica Federal - 847.500.000
5º Hyundai Caoa - 744.504.000
6º Fiat - 737.947.000
7º Bradesco - 735.412.000
8º Hypermarcas - 682.147.000
9º TIM - 577.903.000
10º Ford - 557.021.000
11º Petrobras - 546.736.000
12º GM - 508.018.000
13º Coca-Cola - 492.906.000
14º Volkswagen - 485.956.000
15º Danone - 464.430.000
16º Reckitt Benckiser - 460.429.000
17º Vivo - 456.328.000
18º Claro - 452.736.000
19º Colgate Palmolive - 431.011.000
20º Grupo Pão de Açúcar - 421.425.000
21º Itaú - 415.494.000
22º Cervejaria Petrópolis - 397.799.000
23º Ponto Frio - 392.181.000
24º Procter & Gamble - 372.654.000
25º Peugeot Citroën - 368.288.000
26º Insinuante - 361.277.000
27º Banco do Brasil - 333.711.000
28º Avon - 301.548.000
29º Ricardo Eletro - 300.236.000
30º Supermercado Guanabara - 289.206.000



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